14 de setembro de 2017

Sobre mim

Permita-me falar um pouco sobre minha pessoa.

Meu nome é André, tenho 34 anos, papai do Gael e marido da Daniela! Nasci em São Bernardo do Campo/SP, cresci e passei minha vida inteira em Santo André em uma família de classe média e empreendedora, e hoje sou morador da capital paulista depois que me casei.

Iniciei minha trajetória aos 15 anos, no ano de 1999, quando recebi uma proposta dos meus pais para que eu fizesse intercâmbio por 6 meses no Canadá para aprender inglês e a lidar com pessoas. Gostei tanto que fiquei lá 1 ano inteiro. Voltei para o Brasil na metade do 2º colegial, então fazia cursinho pela manhã e a noite ralava no colégio para avançar de ano e recuperar as matérias perdidas que só o Brasil exige para se passar no vestibular. Me formei no colégio já com um pé dentro da faculdade, porém o outro pé era dentro do quartel do Tiro de Guerra da minha cidade. Sim, eu fui o escolhido e passei o primeiro ano da universidade dividindo meu tempo com o Exército. Confesso que achava uma perda de tempo estar ali, mas anos depois entendi o quanto esta experiência ajudou a formar a pessoa que sou hoje, principalmente em aspectos como disciplina, liderança e educação física.

Me formei jovem em Administração de Empresas pela FAAP-SP. Logo na sequência Pós-graduei em Marketing pela ESPM-SP. Mal terminei a Pós eu já fiz uma especialização em Gestão Comercial na FGV-SP, para um pouco mais tarde frequentar metade de um MBA trancado em Finanças, Auditoria e Controladoria pela Strong FGV-SP. Também me formei como Coach Financeiro pelo ICF – Instituto Coaching Financeiro do Roberto Navarro. E foi assim que acabei seguindo o sistema que 90% das pessoas seguem hoje, que é estudar, tirar boas notas, passar em alguma boa faculdade, arrumar um bom emprego, crescer no plano de carreira e se aposentar com um salário inferior ao que tinha quando trabalhava. Isso tudo para te dizer que sou uma pessoa normal como você, cheia de compromissos e de sonhos em vencer na vida!

Em 2003 dei início a minha carreira corporativa trabalhando com carteira assinada para outras pessoas e empresas. Passei 7 anos atuando no mundo de multinacionais como Toyota, Sagatiba, Pioneer, sonhando em ser um bom gerente ou quem sabe um diretor, afinal foi isso que a faculdade tinha me ensinado a ser: EMPREGADO. No começo confesso que até gostava de ter meu salário pela independência, fazia amizade fácil com as pessoas, sonhava com a promessa de um plano de carreira justo e aproveitava dos benefícios como ticket refeição, ticket disso, ticket daquilo, 13º salário, férias, e a empolgante e desejada PLR (participação nos lucros e resultados), que poderia dar uma motivação extra. Só que não foi bem assim…

Com o passar o tempo eu percebia que as amizades não eram tão verdadeiras quanto pareciam, principalmente dentro do mesmo setor. A politicagem reinava e a falsidade pairava no ar, talvez por tentativa de defesa do cargo de cada um. Meus horários eram controlados. Hora para entrar, para almoçar, para sair, para ir no banheiro. Férias programadas? Jamais. Apenas quando a empresa tivesse verba, ou seja, trabalhava 50 semanas no ano para descansar outras duas num lugar onde apenas minha carteira pudesse pagar, mas nunca no lugar onde gostaria ou merecia estar. E sobre o salário, na verdade nunca pude chamar de SALÁRIO de verdade, até porque ele não pagava nem os custos da faculdade, Pós ou MBA, que me sentia na obrigação de fazer para ter a chance de ser visto e crescer no plano de carreira das empresas. O que eu recebia mesmo poderia se chamar de INDENIZAÇÃO pelo tempo que eu perdia trabalhando para os outros e enriquecendo pessoas que nem sabiam que eu existia. E sabe aquela Participação nos Lucros? Na verdade era um lindo e saboroso panetone de Natal. Foi quando eu dei um basta nessa situação.

Estava cansado de trabalhar e não sair do lugar. Não consegui acumular qualquer reserva financeira que me desse segurança e estabilidade. Me perguntava diversas vezes se me via fazendo o que fazia pelo resto da vida, e a resposta era clara que NÃO! Eu então resolvi estudar o comportamento e as escolhas de pessoas que realmente gozavam de liberdade de tempo para fazerem o que quiser, quando quiser, com quem quiser, sem que o dinheiro fosse um desafio, e descobri algo que estava bem debaixo do meu nariz: as pessoas mais bem sucedidas do meu meio de relacionamento ou eram donas do próprio negócio ou viviam de renda. E foi lendo um livro best-seller de educação financeira que entendi que 90% do dinheiro do mundo estava nas mãos de apenas 10%, justamente estas que acabei de citar. Especificamente falando dos empreendedores, são eles que movem a economiza, que geram empregos, que buscam alavancagem de tempo através de pessoas trabalhando para eles. Eles entenderam que ter emprego ou ser autônomo nada mais traz do que uma falsa sensação de segurança e estabilidade, e que por qualquer descuido que impossibilite trabalhar, seja por saúde, demissão em massa, etc, apenas sobrevive quem tem um bom plano de saúde, um seguro de vida, uma reserva financeira de emergência ou quem tem empregabilidade. Obviamente que o empreendedor paga um preço para ter essa possibilidade vida boa: O RISCO do negócio não vingar. E foi justamente neste ponto que resolvi estudar um pouco mais para entender o porquê algumas pessoas assumem o risco e outras não.

Eu estava certo do que eu queria. Sonhava com meu próprio negócio. Mas o que fazer? Por onde começar? Achava o cúmulo ter estudado Administração de Empresas e não ter aprendido a abrir uma. Fui pesquisar alternativas e descobri 3 maneiras de empreender:

1 – abrir uma franquia
2 – comprar alguma empresa à venda ou
3 – abrir o próprio negócio.

A franquia eu logo descartei, pois embora fosse uma ideia vencedora e existisse um sistema que funcionasse, o investimento inicial era fora da minha realidade e precisava de pelo menos 5 anos vivendo com um salário mínimo para recuperar o esforço financeiro. Já a opção de comprar um negócio à venda, cheguei a conclusão que se alguém pudesse estar vendendo um bom negócio, provavelmente ele não seria tão bom assim. E por fim o que me restava era começar um negócio do ZERO. Entendi que para isso não bastava uma boa idea, era preciso um pouco de habilidade operacional e gerencial de todas as áreas. Era preciso entender de compras, de vendas, de finanças, de pessoas, de logística, de estratégia, enfim… era preciso uma boa dose de coragem.

Cheguei a me aventurar com algumas coisas, mas acabei mesmo dentro da empresa da família, e por lá estou há outros 7 anos. Um comércio de utilidades domésticas, ferramentas elétricas, peças e acessórios, com mais de 30 funcionários, 10.000 itens na prateleira e 63 anos de tradição. Sempre fui muito grato por tudo que me proporcionou. Tive uma boa vida com ela, mas tive também momentos de desespero devido às crises econômicas que ainda assolam o Brasil. Já passei pelo céu e inferno no negócio e quase quebramos diversas vezes. Nos últimos 5 anos meu salário nunca foi reajustado, pois a prioridade era reajustar o salário dos funcionários, os impostos, o custo das mercadorias e o aluguel. Sem contar com a inflexibilidade de gestão, pois afinal de contas a empresa nunca foi de fato minha, e sim da família. E quem tem família no mesmo negócio, é provável tem um chefe para lidar, e o CAOS está armado pela vaidade de cada um. Um salada de interesses da empresa comentados em casa, e vice-versa!

O mundo mudou e as maneiras de se ganhar a vida também. A nova economia tirou espaço de antigas profissões para dar lugar à tecnologia, ao “EUpreendedorismo”, à meritocracia, então não é difícil vermos por aí pessoas comuns tendo resultados incomuns, como por exemplo os milionários que ganham a vida jogando video-game e postando no Youtube.

Eu precisava de algo novo, algo meu, que não envolvesse riscos, que não precisasse ter funcionários ou muito menos chefe. Que fosse reconhecido pelo meu esforço e pudesse trabalhar com quem quisesse, sem precisar dominar muitas habilidades e que também não precisasse fazer grandes investimentos. Cheguei a comentar com algumas pessoas sobre isso e me chamaram de LOUCO, e que isso seria perfeito demais para existir. Foi então que conheci uma nova forma de empreender, exatamente do jeito que queria. Era a salvação! Um setor que movimenta hoje quase 200 Bilhões de dólares no mundo. Só nos EUA já representa quase 25% do seu PIB e no Brasil ainda pouco falado, ou seja, um oceano azul para se atuar. Este modelo de negócio é responsável por mais de 20% do total de milionários na terra americana, e ele se chama Marketing de Relacionamento.

Confesso que tinha muito preconceito pela falta de informação, mas ela está ali disponível, basta a gente buscar. É uma realidade, ou seja, já não é mais um questão de crença, e sim de acesso e aceitação dos fatos. E faz exatos 15 meses que minha carreira deu uma guinada brutal e me fez voltar a sonhar com a vida que sempre quis! Sei que parece bom demais para ser verdade, mas preciso te dizer uma coisa: esta carreira não é perfeita, mas sem dúvida alguma é melhor opção.

Se esta história faz sentido para você, responda uma pequisa rápida para entender o seu momento financeiro e perfil de carreira, que terei o maior prazer em te contar COMO começar um NEGÓCIO MILIONÁRIO do ZERO do conforto da sua casa.

Link da pesquisa: http://bit.ly/Perfil-de-Carreira-Blog-Alcantara

Forte abraço!

André